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VALE SÃO PATRÍCIO

Dor de cabeça com internet lenta

Lentidão e falha no sinal têm sido frequentes no uso da internet neste período de pandemia com a sobrecarga de utilização da internet fixa em casa. Não importa a operadora, as queixas se assemelham no uso do wifi.

É neste período de larga utilização com a proliferação de Lives e lazer por streaming que se constata como na maioria dos casos não passa de balela os pacotes de super velocidade alardeados pelas empresas na hora da oferta do serviço. A rede não aguenta a sobrecarga de tráfego de dados. Pior para quem depende da rede para o trabalho home office.
As entidades de defesa do consumidor e a Anatel têm recebido em torno de 30% a mais de queixas que no mesmo período do ano passado. Tente negociar com a sua operadora para solucionar o problema, ou obter um pacote com mais velocidade. Caso não tenha sucesso recorra ao Procon ou ao Poder Judiciário para abatimento do preço cobrado pelo serviço que não está conseguindo utilizar.
Para se adaptar a esta queda na qualidade no serviço o jeito é equilibrar o uso conforme o horário de menor demanda, e alternar com o consumo de dados móveis do telefone celular para menor sobrecarga da rede doméstica. Para filmes e vídeos procure opções que permitam baixar para assistir off-line.

 

Vale do São Patrício

Em Jaraguá, o Ministério Público através do promotor de justiça, Everaldo Sebastião de Sousa em momento pretérito onde ficou definido que todas as empresas tomarão providências, imediatamente, para manutenção ou adequação dos serviços, visando oferecê-los conforme previsão contratual, no aspecto da velocidade e estabilidade do sinal. Os casos de rescisão de contratos com o dispositivo de fidelidade, a critério do consumidor individualmente, serão resolvidos pelas empresas, de acordo com relatório de deficiência dos serviços, com mediação do Procon municipal, quando houver necessidade.

Os eventuais prejuízos individuais de cada consumidor seriam analisados pelas empresas, mediante relatório de uso do serviço, interrupção e velocidade, com acompanhamento do Procon municipal e do Ministério Público de Goiás (MP-GO), com estes dois órgãos realizando o monitoramento de eventuais reclamações dos consumidores.

 

Dano Coletivo

Ficou acertado que as empresas fariam a doação de 400 cestas básicas, no valor de R$ 50,00 cada uma, a título de dano coletivo, para a Fundação Grace Machado, que as entregará a famílias em vulnerabilidade social.

As demais cidades do Vale do São Patrício, não visualizamos medidas para resguardar os direitos dos consumidores quanto a qualidade da internet. Em Ceres e Rialma, por exemplo a situação é caótica, com serviços de baixíssimas qualidades.

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