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SAÚDE

Goiás bate novo recorde com 57 novas mortes por coronavírus em um dia e total chega a 602

Com 27.502 pessoas infectadas, e tendo o coronavírus espalhado por 214 das 246 cidades goianas, mais 57 mortes foram registradas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) na tarde desta sexta-feira (3), o que representa um novo recorde nos números contabilizados desde o início da pandemia, em meados de março. O total de vítimas do novo vírus chega a 602.

De acordo com o último boletim desta sexta-feira, o número de pessoas contaminadas subiu para 27.502. Em comparação ao balanço do dia anterior, houve acréscimo de 1.239 novos casos em 24 horas. Há uma fila de 66.153 casos suspeitos que aguardam resultados de exames.

Apenas os municípios de Palestina de Goiás, Novo Planalto, Trombas e Nova Roma não registram casos suspeitos ou confirmados.

Ocupação de UTI

Nesta sexta-feira, a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) destinados exclusivamente para pacientes com coronavírus está em: UTI adulto: 147 leitos / 130 ocupados (88%) e UTI Pediátrica: 13 leitos de UTI / 4 ocupados (30%).

Evolução dos casos

No dia 12 de março, o governo registrou os três primeiros casos de Covid-19 em Goiás;

Em 11 de abril, os números saltaram para 209 casos e dez mortes;

Em menos de um mês, em 6 de maio, Goiás ultrapassou 1 mil casos confirmados e atingiu 45 mortes;

Em 15 de junho, o estado contabilizou 10 mil casos de coronavírus e 226 mortes;

Já em 21 de junho, Goiás registrou mais de 300 mortes pelo coronavírus;

Em apenas cinco dias, entre 21 e 26 de junho, Goiás teve mais de 100 óbitos passou a marca de 400 mortos;

Entre 1º e 30 de junho, o estado registrou 84% dos casos de coronavírus desde o início da pandemia, em março.

O maior número de pessoas mortas pelo novo vírus em 24 horas foi registrado em 3 de julho, com 57 notificações.

Reabertura do comércio

O governo fechou o comércio logo após o registro dos primeiros casos, em meados de março. No dia 20 de abril, o governo estadual publicou um decreto permitindo o retorno de atividades religiosas, salões de beleza e indústrias. Na mesma semana, várias cidades também autorizaram a reabertura de diversos setores do comércio.

No dia 9 de maio, Goiás chegou ao último lugar no ranking que mede o isolamento social. Diante disso, o governador Ronaldo Caiado chegou a cogitar um decreto que fechasse novamente o comércio em geral, mas desistiu diante da falta de apoio.

O governo decidiu em 30 de junho permitir o funcionamento alternado do comércio para as atividades consideradas não essenciais. Apesar do decreto, as prefeituras têm autonomia para tomar decisões relativas ao fechamento ou abertura do comércio. Alguns prefeitos aderiram ao texto do governo, outros não.

Em Goiânia, por exemplo, o texto do estado foi seguido na íntegra pela prefeitura, que publicou um decreto determinando o funcionamento alternado para o comércio.

Aparecida de Goiânia, cidade vizinha à capital, optou por seguir as regras próprias de escalonamento para o comércio local.

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