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PLANTÃO POLICIAL

Uruaçu: PM evita tragédia em Colégio Estadual

Na manhã de ontem (17), a Polícia Militar (PM) de Uruaçu, recebeu uma denúncia de que um possível aluno do Colégio Estadual Alfredo Nasser, estaria ameaçando diversos servidores e alunos na referida unidade escolar, inclusive difundindo em meio a grupos das redes sociais, que iria preparar um massacre no local, nas informações ainda, repassadas pela comunidade, aduziram que ele teria faltado a aula no dia de hoje e alguns pais, preocupados com a situação, não deixaram seus filhos irem ao colégio, pois, ficaram sabendo que ele cometeria os fatos no dia aventado acima.

Em decorrência da situação, e a gravidade das informações trazidas à baila, a Polícia Militar realizou diligências com o fito de encontrar o menor, onde primeiramente os militares dirigiram até a sua residência e lá foram informados que ele tinha saído para levar sua irmã a outra unidade Escolar. Ao dirigirem para o local os militares encontraram o menor, e ao entrevistá-lo sobre os fatos, ele aduziu de forma fria e como se os fatos fossem normais, que realmente iria realizar o massacre no CEAN, e que estava só decidindo se ia somente suicidar ou confrontar quando a polícia chegasse após o acontecimento fatídico.

Ao ser indagado mais sobre o assunto, foi perquirido como ele ia cometer o crime, sendo relatado que seu genitor tinha o armamento em casa e usaria deles. Assim, os militares foram até a casa do jovem e ao conversarem com o pai do mesmo, sendo contado os fatos e o perigo da situação, resolveu nos dizer que realmente possuía o armamento, sendo: duas espingardas e um revólver calibre 38, todas elas com várias munições. No entanto, o pai não sabia do intento do menor.

Na residência do menor, também foram encontrados materiais de planejamento para o ataque que seria realizado, planejando todos os atos nos mínimos detalhes. Em um dos planejamentos estava escrito: 60 balas por arma, mirar na cabeça, finalização a faca, começando por diretores, coordenadores, professores e porteira, além de atentar contra a vida de quantas vítimas suas munições pudessem abarcar, ou seja, os alunos da referida unidade.

Dentro do planejamento, ainda previa o uso de inflamável (gasolina) em galões, com a possibilidade de incendiar o estabelecimento de ensino ou usar como explosivos quando a Polícia Militar chegasse, fabricando também coquetéis molotov.

Em decorrência dos fatos, o pai do menor, juntamente com este, foram conduzidos a Delegacia de Polícia Civil e, o primeiro foi autuado em flagrante delito pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições, bem como, o menor foi entregue para as autoridades com as atribuições que o caso requer.

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