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PLANTÃO POLICIAL

Em Goianésia, homem é detido pelo GPT por porte ilegal de arma de fogo e furto de energia

Em patrulhamento pela região oeste de Goianésia, o Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) deparou com um homem em atitudes suspeitas conduzindo uma motocicleta Fazer YS250, vermelha, pela Rua Brasília, Bairro Boa Vista. Assim, imediatamente o suspeito foi submetido a abordagem seguida de busca pessoal.

Os militares ao finalizarem a busca pessoal e ser interrogado se teria algum objeto ilícito na motocicleta, o condutor, um homem de 26 anos, nada declarou, assim, os policiais realizaram busca veicular sendo encontrada uma arma de fogo calibre 380 municiada, carregada e alimentada com 16 munições intactas, dentro de um coldre de uso pessoal de porte. Ele explicou que era o proprietário legítimo da arma e possuía o registro de posse de arma de fogo.

Apesar de possuir o registro, o suspeito não tinha o direito de portar a arma. Para piorar ainda mais a situação do abordado, os policiais encontraram ainda no veículo grande quantia em dinheiro, sendo R$ 1.242.00 em dinheiro, e três cheques diversos, que somados perfaziam um total de R$ 2.150,00. Ao ser perguntado a procedência desta grande quantia em dinheiro e cheques, o suspeito informou que se tratava de produto de crime, uma vez que, ele fazia gatos de energia eléctrica em casas e comércios, buscando reduzir o nível de gastos de energia.

Segundo informou a polícia, o homem disse que seria funcionária de uma empresa terceirizada pela ENEL, com esse requisito conseguia zerar os relógios de medição e trocar por novos com realização de gatos, onde os novos relógios de medição marcariam somente 50% da energia consumida. Por este trabalho ilícito ele cobrava em média R$ 500,00.

Em seguida, os policiais relacionaram no Registro de Atendimento Integrado (RAI) o nome de pessoas que teriam solicitado os serviços do suspeito afim de que as autoridades competentes possam solicitar perícia nos endereços e constatar a veracidade dos fatos quanto o furto de energia.

O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil juntamente com a arma, o dinheiro e os cheques, para uma averiguação e se necessário que fosse lavrado os procedimentos cabíveis.

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